Seja bem-vindo/a as nossas programações

Tema do ano 2011 Paz na criação de Deus. Esperança e compromisso. Lema bíblico: "Glória a Deus e paz na terra." Lucas 2.14 E-mail: luteranosburiti@gmail.com ou do pastor: Paulo

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quinta-feira

Nasceu o filho do pastor Vilson e da diácona Sônia



Nasceu no dia 23 de abril de 2011 o segundo filho do Pastor Vilson Luiz Hining e da Diácona Sônia Mara Duarte Hining. O menino se chama Luiz Felipe Duarte Hining.

Agradecemos a obstetra, Dra. Cléia Castro e a pediatra Dra. Ana Cláudia Vaccari, bem como suas equipes do Hospital Santo Ângelo pelo carinho e profissionalismo.

Aproveitamos para agradecer ainda a todas as pessoas que estiveram orando por nós nesse tempo de gestação da Sônia.

Foi uma Páscoa e tanto!

Obrigado.
P. Vilson L. Hining












terça-feira

Depoimento de um ex-morador do distrito de Buriti

Prezado Régis Mertins.

Seu e-mail consta na notícia sobre Buriti, da IECLB.

Sua foto também consta, alguém em pleno vigor da juventude.

1-Tomo a liberdade de escrever-lhe, porque, em 1945, aos 8 anos e meio de idade, morei durante meio ano nesse Distrito, de onde tenho ótimas lembranças. Morei, juntamente com minha mãe, ROSALIA TANG, na época era divorciada e chamava-se ROSALIA KEPLER, numa casa ao lado da Igreja. Ao meio dia, juntamente com outro garoto, puxávamos o sino, e parece-me que também às 18 horas.
Quando o sino estava "a todo vapor" e nós tínhamos de parar de tocá-lo, ele continuava batendo... Então nós dois garotos nos pendurávamos na corda, e com nosso peso somado, conseguíamos parar as badaladas.
A escola era numa esquina, depois mudou para o lado do pequeno clube, onde havia cancha de bolão (boliche).
2-No mesmo semestre fui morar na casa da família STROHSCHON (com trema no 2º "O'' ou
STROHSCHOEN, a mais ou menos 6 km do centro, na direção da cidade de Santo Angelo.
A família tinha no mínimo, 3 filhos, dois rapazes e uma moça. Infelizmente não me recordo do nome das pessoas dessa família.O filho mais velho acho que chamava-se Osvaldo Strohschoen.
Todos íamos carpir (capinar) na lavoura de milho, e eu, com meus 8 anos não conseguia acompanhar o resto da turma. Para me ajudar a não ficar pra trás, os outros capinavam em volta dos pés de milho e a mim cabia apenas a parte do meio, entre uma fileira e outra. Assim, sim...
Outro colega de aula, que me presenteou com um pequeno vaso amarelo, chamava-se ILDON ROHDE.
A escola era Sinodal. Todas as quatro classes funcionavam em uma mesma sala, com uma só professora.

Sou um tanto saudosista. Gonçalves Dias já escreveu: "Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá, etc, etc. e depois: "Não permita, Deus, que eu morra, sem que eu volte para lá".Quem sabe, posso também ainda voltar a Buriti, comer peixe do rio Ijuí, (peixe que um aluno trazia pra professora,de vez em quando),

Minha foto você encontra no site da SUSEP, www.susep.gov.br registro Nº 10.001323-4

Agradeço se você puder responder.
Abraço

sexta-feira

Agenda de janeiro a junho de 2011

Confira aqui as programações deste semestre. Sem bem vindos/as!

Sonhar é preciso...



Janeiro.....


Fevereiro........


Março.........




Abril ...............





Maio................



junho....................

Patrocinadores deste semestre................ Muito obrigado! Sua parceria nos alegra. Artus Construção e ferragem; Arlindo Diel organizações contábeis; Funerária e Capela Bom Jesus; Comércio de Baterias Buriti; Lancheria Xis 2000; Rio Grande venda de túmulos e jazigos...; Peyrot material de construção...; Capela e Funerária Entre Rios.

O massacre em Realengo/RJ

O massacre em Realengo/RJ

Irmãs e irmãos em Cristo!

Inspirado e movido pelo Espírito de Deus, o poeta cantou assim:

Vem, Senhor, ouvir o clamor por tantas crianças do mundo.
Vem, Senhor, sentir nossa dor que toca a gente tão fundo.
Junto conosco vem dar atenção.
Kyrie eleison, escuta esta oração!*
(Roberto Baptista, Pastor da IECLB)

O autor orou esta oração há muito tempo atrás. Razões para tal sempre existiram. Basta olhar ao nosso redor, perto e longe. Quem, porém, diria que esse texto tornar-se-ia tão atual? Não parece que foi escrito na semana passada, logo após o massacre das crianças na escola do Rio de Janeiro?

Neste tempo da Quaresma, somos, novamente, desafiados a aprender do sacrifício de Cristo. Os textos bíblicos previstos no calendário litúrgico dão destaque ao caminho que levou Jesus à cruz. Ele, pacientemente, a enfrentou e carregou para que ninguém de nós tivesse que sofrer ou praticar tamanha crueldade como ele sofreu. Todavia, infelizmente, nesse sentido, o sacrifício de Jesus parece não ter sido suficiente, e nós convivemos – diariamente – com a violência absurda, cruel e deplorável que ceifa vidas; tantas vidas, e tão pouco vividas. No triste episódio do Realengo, crianças atualizaram, no âmago de sua dor e sofrimento, a paixão de Cristo.

Ainda que a morte se manifeste arrasadora entre nós, o amor de Deus é mais forte que a morte e, na morte vicária de Cristo, Ele está presente junto a todas as pessoas que experimentam situações de morte e luto. Além da solidariedade de toda a sociedade brasileira, cabe-nos como Igreja, movidos e movidas pela fé cristã, anunciar que, em Cristo, a morte já foi derrotada. Sua cruz é o ponto mais baixo de toda história da humanidade para que ninguém mais precise cair mais baixo que ela, sem ser por Ele acolhido.

Por essa razão, nós – teimosamente – confiamos que a semente da paz de Cristo pode florescer mais e mais entre nós, abrangendo toda a Criação de Deus, com esperança e compromisso. A violência e as mortes cotidianas – bem como todo sofrimento causado pelos danos das enxurradas, vendavais, tsunamis – não nos derrotam, ainda que nos abatam. Cremos em Jesus, crucificado e ressurreto, como, muito propriamente, o Evangelho da semana anuncia: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim ainda que morra, viverá" (Jo 11.25).

Unindo nossas vozes ao lamento das famílias das crianças assassinadas e traumatizadas nessa ação deplorável no Rio de Janeiro, clamemos ao Senhor: Vem, Senhor, sentir nossa dor que toca a gente tão fundo! Ao mesmo tempo, olhemos para o futuro com esperança e busquemos, cada vez mais, formas de convivência que promovam o cuidado com a integridade da criação, o acolhimento entre pessoas, que ensinem a rever atitudes, que levem ao arrependimento.

Fraternalmente,

Dr. Nestor Paulo Friedrich
Pastor Presidente